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domingo, 5 de junho de 2011

Museo Municipal de Playa Girón Cuba

El Museo Municipal de Playa Girón destaca el lugar donde, por vez primera, el Imperialismo yanqui sufrió su primera y gran derrota en América Latina.

El Memorial está dedicado a la batalla librada por el pueblo cubano contra los mercenarios que apoyados por fuerzas aeronavales norteamericanas invadieron por Playa Girón al sur de la Bahía de Cochinos, del 17 al 19 de abril de 1961, la Ciénega de Zapata, con el firme propósito de destruir a la joven Revolución cubana.



Revista Digital Nueva Museología

Misión de la Revista Digital Nueva Museología

La Revista “Nueva Museología” se crea con la misión de divulgar los principios de la Nueva Museología como objeto principal de análisis, y las teorías museológicas que le dieron origen. 

Generará un espacio de encuentro, debate y reflexión para los profesionales de la disciplina como así también a filósofos, antropólogos y todo aquel que le interese este campo de acción cultural 

Con este accionar se pretende construir un corpus teórico-epistemológico propio, que refleje nuestra identidad y el modo de ser latinoamericano, para facilitar el intercambio de ideas y experiencias con la región y la comunidad internacional.
LA EDITORIAL


segunda-feira, 30 de maio de 2011

Monteiro Lobato e o Racismo

REVISTA BRAVO:Pais de mestiço, onde branco não tem força para organizar uma ku klux klan, é pais perdido.” Cartas inéditas revelam a relação entre o escritor Monteiro Lobato e o racismo.
www.mvmob.com.br
 
 
 

domingo, 29 de maio de 2011

Unesco considera arquivos da ditadura militar como patrimônio da humanidade


Arquivos da ditadura militar brasileira agora fazem parte da “memória do mundo”. Essa é a segunda vez que um projeto brasileiro é aprovado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), tornando-se patrimônio da humanidade.

O projeto apresentado pelo Brasil “Rede de informações e Contrainformação do Regime Militar no Brasil (1964-1985)” foi aprovado pelo Comitê Consultivo Internacional do Programa Memória do Mundo (MoW – Memory of the World), numa reunião ocorrida em Manchester (Reino Unido), no período de 22 a 25 de maio.

Criado pela Unesco em 1992, o programa tem como objetivo preservar e difundir amplamente documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor mundial, buscando impedir, assim, que o patrimônio da humanidade seja esquecido.

A candidatura brasileira ao Memória do Mundo incorporou acervos de fundos de órgãos centrais do Serviço Nacional de Informação (Sisni), sob a guarda do Arquivo Nacional, e de órgãos de informação dos estados da Federação, estes custodiados por arquivos estaduais ou por outras entidades parceiras do Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil (1964-1985) - Memórias Reveladas.

O Memórias Reveladas foi criado em 2009, e sua gestão foi confiada ao Arquivo Nacional. O centro conta hoje com 55 instituições e entidades parceiras, incluindo diversos governos e arquivos estaduais, universidades e centros de documentação, e tem por objetivo atuar como um pólo difusor de informações contidas nos registros documentais sobre as lutas políticas no Brasil nas décadas de 1960 a 1980.

A vitória da candidatura do Brasil garante visibilidade mundial a esses importantes acervos, contribuindo para a sua preservação na medida em que chama a atenção do poder público e da sociedade brasileira para a necessidade de proteger e tornar disponíveis para consulta os arquivos do período do regime militar.

Diego Rabelo - 8760-8438
Diretor JPT- Bahia


Coletivo O Estopim!"Incendiando corações e mentes"  





Por:
Viviane da Silva Santos
Graduanda em Museologia
             UFBA


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Pratos, panelas, moringas e caxixis; A cultura imaterial na cerâmica de Coqueiros e Maragogipinho

Fotos: Luís Antonio Araújo
Esta em amostra no foyer do auditório Leite Alves – Centro de Artes, Humanidades e Letras – CAHL / UFRB a exposição: Pratos, panelas, moringas e caxixis; A cultura imaterial na cerâmica de Coqueiros e Maragogipinho, como resultado da soma de trabalhos desenvolvidos pelas disciplinas Expologia, Expografia e Exposição Curricular do curso de graduação em Museologia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB.
A exposição desenvolve-se em quatro módulos: Conhecendo Coqueiros e Maragogipinho, O processo de produção cerâmica, Cine Cerâmica e A mesa colonial do século XIX.
Técnica de cozimento em fogueira


Torno de modelagem das peças

Técnica de cozimento em forno a lenha


Cozinha Colonial

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Museologia no Colegio Georgina Soares Nascimento - FSA.

Editor do Blog e Talabiã Euclides da Casa Fanti Ashanti - MA
O editor do Blog Museu & Sociedade a convite de professores, esteve no último dia 23 de maio de 2011 no Anexo do Colégio Georgina Soares Nascimento, próximo ao Conjunto Feira VII na cidade de Feira de Santana, apresentando uma aula sobre história do Candomblé no Brasil e sua importância enquanto patrimônio imaterial. Foram tratados de temas como Religião de Matriz Africana e sua Origem, a Fé, o Tombamento do terreiro Zoogbodo Malê Bogum Seja Hundê importante bastião da cultura Jeje-Mahi no Recôncavo da Bahia.

Aproveitando a oportunidade foi ainda apresentado o Curso de Museologia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, onde se salientou a importância deste curso para a cidade de Cachoeira e demais cidades do Recôncavo, assim como Feira de Santana que carece de profissionais nesta área e de um museu histórico da cidade.

A palestra serviu de base para a matéria de sociologia, onde os alunos irão apresentar uma performance sobre os Deuses do Panteão africano.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Terreiros são bens para serem tombados ou registrados?


Evento do IPAC com entrada franca no Conselho de Cultura da Bahia acontece no Dia Mundial da África (25.05) instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 1972

Roça do Ventura recentemente tombada pelo IPHAN
Os terreiros de candomblé na Bahia são patrimônios materiais ou imateriais? Eles devem ser tombados – salvaguarda para bens tangíveis – ou registrados – para bens intangíveis? A importância deles está nas suas edificações ou nos símbolos e signos culturais desses espaços sagrados de matriz africana? Essas e outras perguntas servirão de base para o próximo encontro do “Conversando sobre Patrimônio”, projeto do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), que convida especialistas para discutir importantes temas sobre bens culturais baianos.

Com a temática da "Salvaguarda do Patrimônio Cultural Afro-brasileiro", o encontro acontece nesta quarta-feira, 25 de maio (2011), às 14h no Conselho Estadual de Cultura (Palácio da Aclamação, Av. 7 de Setembro, 1330, Campo Grande/Forte de São Pedro). A entrada é franca e a reunião ocorre para marcar o “Dia Mundial da África” instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 1972

“O reconhecimento oficial da importância da tradição afro-brasileira pelos poderes públicos constituídos é muito recente, já que somente em 1984 o governo federal tombou pela primeira vez na história do Brasil um espaço sagrado de matriz africana”, ressalta o diretor geral do IPAC, Frederico Mendonça.

Um dos maiores expoentes da antropologia brasileira, o professor doutor do Museu Nacional (UFRJ), Gilberto Velho, foi relator do tombamento pelo Iphan/MinC do terreiro de candomblé Casa Branca, em Salvador. Há mais de vinte anos atrás a decisão já foi muito polêmica. “O Iphan geralmente tomba apenas terreiros considerados matrizes, como a Casa Branca, o Bate Folha, o Alaketu, entre outros, e precisamos estudar mais profundamente essas proteções do poder público”, diz Mendonça.

A salvaguarda oficial permite prioridade, do bem tombado ou registrado, nas linhas de apoio financeiro municipais, estaduais, federais ou até internacionais. A dúvida é que existem ou podem ser criados, via decretos estaduais, outras propostas de proteção. No IPAC já existem o tombamento, o registro para manifestações culturais tradicionais, como algumas festas populares, e o registro de lugar, que não tomba o espaço, mas o considera relevante oficialmente. Já em outros estados existem as Áreas de Proteção do Ambiente Cultural (Apacs), como no Rio de Janeiro, utilizadas pela prefeitura para proteger certos bairros ou regiões "descaracterizadas".

Os palestrantes serão os professores doutores da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Fábio Velame e Márcia Santa'anna. Fábio é doutor em Conservação e Restauro, com ênfase em patrimônios imateriais, manifestações culturais e suas relações com arquitetura e cidade, atuando principalmente nos territórios tradicionais e arquitetura étnico-africana e afro-brasileiras, habitação escrava, quilombos, terreiros de candomblé e afoxés, entre outros. Já Márcia é mestre em Conservação e Restauro, doutora em Urbanismo e ex-diretora do Departamento do Patrimônio Imaterial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
 

O IPAC é responsável pela política pública de preservação e difusão dos bens culturais baianos. As palestras são abertas ao público. Mais informações via telefones 3117-6491 e 3117-6492, ou endereço eletrônico astec.ipac@gmail.com.
 
 
Confira no Flickr as fotos no link abaixo:
http://www.flickr.com/photos/organize/?start_tab=sets
Crédito obrigatório: Lei nº 9610/98

 


Assessoria de Comunicação IPAC - em 22.05.2011 - Jornalista responsável Geraldo Moniz (drt-ba 1498) - (71) 8731-2641.              Contatos: (71) 3117-6490, ascom.ipac@ipac.ba.gov.br - www.ipac.ba.gov.br - Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba
 

domingo, 1 de maio de 2011

História do Museu de Favela

 A organização não governamental Museu de Favela – MUF é formada com a integração de moradores das comunidades de Pavão, Pavãozinho e Cantagalo do RJ. Trabalha pela realização de um plano cívico comum, que traz uma visão de futuro transformadora das condições de vida na favela, através valorização da memória cultural coletiva e do desenvolvimento territorial e turístico.

O MUF começou como um vento de idéias de moradores insatisfeitos com o estado das coisas e com muita motivação e energia para promover mudanças. 

Assim surgiu a visão de futuro que se tornou o macro-objetivo do MUF: Transformar o morro em um MONUMENTO TURÍSTICO CARIOCA da História de Formação de Favelas, das Origens Culturais do Samba, da Cultura do Migrante Nordestino, da Cultura Negra, de Artes Visuais e de Dança.

Um grande roteiro de visitação turística nacional e internacional da Cidade do Rio de Janeiro.

Pavão, Pavãozinho e Cantagalo
Rio de Janeiro – RJ
 

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Definição de Sociomuseologia - Mário Moutinho

Definição evolutiva de Sociomuseologia - Proposta de reflexão.
Mário C. Moutinho

A Sociomuseologia traduz uma parte considerável do esforço de adequação das estruturas museológicas aos condicionalismos da sociedade contemporânea.
A abertura do museu ao meio e a sua relação orgânica com o contexto social que lhe dá vida, têm provocado a necessidade de elaborar e esclarecer relações, noções e conceitos que podem dar conta deste processo.
A Sociomuseologia constitui-se assim como uma área disciplinar de ensino, investigação e actuação que privilegia a articulação da museologia em particular com as áreas do conhecimento das Ciências Humanas, dos Estudo dos do Desenvolvimento, da Ciência de Serviços e do Planeamento do Território.
A abordagem multidisciplinar da Sociomuseologia visa consolidar o reconhecimento da museologia como recurso para o desenvolvimento sustentável da humanidade, assente na igualdade de oportunidades e na inclusão social e económica.
A Sociomuseologia assenta a sua intervenção social no património cultural e natural, tangível e intangível da humanidade.
O que caracteriza a Sociomuseologia não é propriamente a natureza dos seus pressupostos e dos seus objectivos, como acontece em outras áreas do conhecimento, mas a interdisciplinaridade com que apela a áreas do conhecimento perfeitamente consolidadas e as relaciona com a Museologia propriamente dita.
As preocupações fundamentais da Sociomuseologia há muito que se encontram descritas em numerosos documentos elaborados dentro e fora da Museologia.
A titulo de exemplo pode-se referir a Declaração de Santiago do Chile de 1972, a Declaração de Quebec (MINOM) 1984, a Convenção sobre a protecção e promoção da diversidade das expressões culturais (UNESCO), 2005, a Convenção para a salvaguarda do património imaterial (UNESCO) 2003, Convenção do Património Mundial, A Protecção do Património Mundial Cultural e Natural, UNESCO – Paris, 1972, Em todos este documentos aparece um traço de continuidade que indica claramente o alargamento das funções tradicionais da museologia e o papel que deverão assumir na sociedade contemporânea.